Feminino Tribal por Alana Reis



















Feminino Tribal
Alana Reis, Natal - RN, Brasil

Sobre a Coluna:

Vamos falar de sororidade! 

A ideia desta coluna é caminhar pelo tema que nos une: nossa irmandade. Entender e discutir saudavelmente como funciona essa união entre mulheres e como ela se faz presente no mundo Tribal.


Sobre a Autora:
Alana Reis, 28 anos, é paulistana, bailarina clássica por formação. Instrutora de Yoga reconhecida pela Liga Internacional de Pakua e professora de Tribal Fusion desde 2013 dos estúdios da Companhia Shaman Tribal em São Paulo e Natal, desde 2014. Além do ballet clássico, se aventurou pelo Jazz e sapateado ainda jovem, aos 12 anos.
Aos 14 anos conheceu a dança do ventre, em Teresina/PI e a partir daí se dedicou ao estudo da dança árabe e participou de diversos workshops com Ju Marconatto, Samya Jú, Lulu Sabongi, Esmeralda, entre outras bailarinas.

Em meados de 2005 conheceu as danças populares brasileiras, através da Unesp – Rio Claro/SP, onde fez parte do grupo “Oro Ari”, se apresentando em diversos eventos em todo Estado.

Junto às danças populares, continuou seus estudos na dança do ventre e em 2010 conheceu o Tribal Fusion e se tornou aluna regular de Paula Braz – Shaman Tribal Co.. Apaixonada pelo estilo começou a fazer aulas e workshops com bailarinas nacionais e internacionais, como Cibelle Souza (com quem atualmente é aluna regular), Kilma Farias, Karina Leiro, Gabriela Miranda, Mariana Quadros, Rebeca Piñeiro, Guigo Alves,Rachel Brice, Samantha Emanuel, Tjarda Von Straten, Heather Stants, Ariellah, April Rose, Lady Fred, entre outras.

Os workshops na dança tribal foram realizados em diversos estados do Brasil, em Festivais Internacionais, que inclusive, fez parte da organização, como por exemplo, os Shaman’s Fests de 2011, 2012, 2013 e 2014.Já se apresentou em palcos de diversos festivais e desde 2014 é integrante do corpo de baile da Companhia Shaman Tribal. Integrada e apaixonada pela dança étnica contemporânea,de onde nunca mais saiu, Alana morou em Austin/TX, em 2013 e 2014, para fazer aulas de fusão com dança indiana com a bailarina internacional, April Rose.

Desde abril de 2014 resideem Natal/RN, onde ministra aula e faz parte do corpo de baile da Companhia Shaman Tribal.

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Organizando a Tribo por Melissa Souza


Organizando a Tribo
Melissa Souza,Várzea Paulista- SP, Brasil

Sobre a Coluna:


Voltada para os empreendedores em dança, a coluna “Organizando a Tribo” tem como proposta abordar o gerenciamento e organização de aulas, eventos, mídia, produtos e serviços diversos acerca dos tópicos recorrentes na profissão de professores, coreógrafos, bailarinos e produtores em diferentes áreas.

Saindo do lugar-comum, você já se imaginou reunindo as tribalescas mais próximas numa confraternização? Ou ainda preparando uma intervenção num evento público da sua cidade? Produzindo workshops, cursos de iniciação, intensivos e palestras afora as rotineiras aulas regulares? Administrando um calendário de shows?


Trazendo informação e conhecimento, o objetivo central é motivar a ampliação de performances, aulas e eventos de qualidade em cada região e, assim, disseminar a graça da dança tribal aos quatro cantos! Todos buscamos visibilidade e reconhecimento profissional, então por que não ser o autor das suas próprias oportunidades?


Sobre a Autora:


Melissa Souza (Várzea Paulista/SP) é bailarina, professora, coreógrafa e produtora de eventos na área de Dança do Ventre e Tribal Fusion, graduanda em Comunicação Social pela FACCAMP (Faculdade Campo Limpo Paulista), escritora, blogueira e social media. Em 2015, produziu uma linha moda aula de camisetas personalizadas, prestou consultoria em marketing de conteúdo para revistas sobre Dança do Ventre de alcance nacional e promoveu encontros e confraternizações entre as dançarinas de sua região, dos quais se destacam o Hafla Tribal & Ventre que contou com comidas típicas, mostra de dança e show de derbak num espaço gourmet com temática medieval em Várzea Paulista/SP e o Tribal no Parque, confraternização com piquenique e mostra de dança realizada no Parque da Cidade em Jundiaí/SP. Recentemente, desenvolveu um trabalho acadêmico experimental e independente de vídeo e dança intitulado “Corpo, Casa, Cosmo”.






Aline Pires (SC) - Resenhando

Coordenação Região Sul - Núcleo SC:


Aline Pires é bailarina de danças orientais, natural de Florianópolis, membro do grupo Valkyrjas Tribal e filiada ao CID. Iniciou seus estudos em 2005/­2006 retornando em 2012, que foi também quando conheceu o tribal e começou seu aprendizado autodidaticamente. É Formada no curso de aprimoramento em ATS de Rebeca Piñeiro, está concluindo Formação Profissional em Danças Orientais Método Yasmin Meera e, futuramente, fará parte da turma 2016 do curso de Formação em Dança Tribal de Joline Andrade, em São Paulo. Entre as profissionais com quem estudou estão: Lulu From Brasil, Ju Marconato, Rebeca Piñeiro, Daniela Wolff, Ariellah Aflalo, Vanessa Iara, Aline Muhana, Paula Braz, Yasmin Meera, Naiade Shardosim, Jade El Jabel, Lady Frederique, Joline Andrade, entre outras. 

Se identifica com a dança oriental clássica, as danças folcloricas, o tribal e o dark fusion, portanto não há uma só modalidade que a representa, e sim há seu estilo em cada uma delas, sempre respeitando as raizes e costumes de cada dança. Já foi premiada em festivais de sua região como Santa Catarina Dança e Encontro de Dança de Florianópolis. Ensina dança do ventre e tribal fusion desde 2014, realizando anualmente o Mini Hafla ­ festa de apresentações de suas alunas e convidadas. É considerada precursora em Santa Catarina no estilo Dark Fusion e na fusão Metal Bellydance, e já fez parceria com a banda de metal Khalas, da cidade de Akka. 

Além das danças orientais, pratica também ballet clássico, jazz, dança contemporânea, dança de salão latina, yoga, esgrima histórica (hema) e bartitsu (arte marcial mista criada na era vitoriana). 


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[Organizando a Tribo] Marketing de conteúdo para mídias sociais - como cuidar da sua imagem na web

por Melissa Souza

Blog Tribalices
Desde que comecei a estudar Comunicação Social e trabalhar com mídias digitais, entendi a importância de cuidar da sua imagem na web, independente do tipo de negócio que administra. Quando se trata de dança então, a internet se torna um importante meio para criação e manutenção de networking, possibilitando a comunicação e divulgação do seu trabalho com seu público-alvo. Mas apenas estar presente não basta, é preciso planejamento e organização para administrar seus perfis.

Mas afinal, o que são Mídias Sociais?



Antes referida ao poder de difundir uma mensagem dos grandes meios de comunicação de massa, as Mídias Sociais ganharam um novo significado com a internet, sendo hoje definida como ferramentas online utilizadas para compartilhamento de conteúdo (textos, fotos, vídeos, imagens), ao mesmo tempo em que permite alguma relação com outras pessoas.

Ferramentas como Blogger, Wix, Wordpress, Vímeo e YouTube tem como objetivo o compartilhamento de conteúdo, deixando as relações em segundo plano, diferente do que chamamos de Redes Sociais, antes conhecidas como Sites de Relacionamento, trata-se de mídias que possibilitam a interação entre pessoas de algum nível de relação e interesses em comum, das quais predomina o Facebook, atualmente.

E também temos os aplicativos de comunicação, fotografia e vídeo, propagados com a popularização dos smartphones, reduzindo o uso de ligações e SMS’s, como o Whatsapp, Instagram, Vine e Snapchat, entre outros.

10 Dicas Estratégias para Conteúdo e Relacionamento

1.      Preencha todos os campos ao criar um novo perfil;
2.      Crie urls personalizados e fáceis de memorizar;
3.      Produza conteúdo multimídia (texto + imagem/vídeo/link);
4.      Utilize imagens e fotos de boa qualidade;
5.      Compartilhe conteúdo, novidades e informações;
6.      Facilite a leitura escrevendo textos simples, curtos e com termos de conhecimento geral;
7.      Gere credibilidade citando fontes e referências;
8.      Seja bem humorado, pense em memes, virais, textos engraçados;
9.      Responda comentários, mensagens e e-mails com cordialidade;
10.  Sobreviva às críticas (por que em algum momento, elas virão).


Pessoal x Profissional


Nós artistas temos uma grande dificuldade em distinguir nossa vida pessoal da profissional e isso é visível quando se trata de mídias sociais. Todavia, se o seu intuito é trabalhar com arte, a criação de uma marca é indispensável. Sua marca é o seu ID, ou seja, sua Identidade Visual, as pessoas tem que ver e lembrar de você. Você cria um ID quando utiliza um padrão de fotos, imagens, fontes e descrição para produzir conteúdo, quando adota um nome artístico e cria um logo para compartilhar seu trabalho.

Não há problemas em utilizar as mesmas mídias para compartilhar conteúdo tanto da sua vida pessoal quanto profissional, mas tem certas coisas que não dá para misturar, então, se necessário, crie canais diferentes para publicar conteúdo relacionado à dança e fotos e vídeos das peripécias do seu animal de estimação ou baby, por exemplo.

Acredito que a grande dificuldade hoje em dia é diferenciar seu perfil da sua página do Facebook. A página possui ferramentas para gestão da sua marca que é impossível na utilização de perfil.

Para se Inspirar



Tenho mil perfis para indicar! Mas escolhi um exemplo de cada mídia social para servir de modelo na construção da sua imagem na web:



Para se Aprofundar

Para quem quiser se aprofundar mais, tem dois sites que utilizo bastante e super indico:






[Perdido na Tradução] Episódio 6: "É preciso uma aldeia inteira"

por Raphaella Peting


  Note: The English version of this text is below this post.

Para muitos de nós, um festival de dança é mais que apenas uma oportunidade de aprender com os nossos ídolos. É uma reunião de almas gêmeas em que se reunir com nossas irmãs e irmãos de dança de todo o mundo com quem raramente conseguem ver. É uma oportunidade de interagir com aqueles em um ambiente onde sucos criativos estouram em uma atitude colaborativa e projetos futuros começam a florescer. Basicamente, é o nosso Natal!

E como uma criança antecipando a noite do Natal, nós fazemos uma dancinha feliz como se nós contássemos os dias até o próximo festival. Bem, entre os momentos de "piração" como tentativa de montar uma peça inesquecível para o show.

É também, a época do ano que nós relutantemente passamos a área de vendas na ponta dos pés tentando não abrir mão de todo o nosso dinheiro no primeiro dia para aqueles figurinos atraentes, jóias brilhantes e calças novas de dança que parecem sussurrar sedutoramente nossos nomes quando nós cruzamos pelas exibidas enquanto, ao mesmo tempo, tentamos lembrar quantos pacotes de Miojo ainda temos para passar o fim de semana quando nós pegamos nossas carteiras.

No momento em que as dançarinas chegam no hotel, também conhecido como "Sede dos Dançarinas do Ventre", a sinfonia dos tambores batendo, carrilhões dos snujs e risos começam em breve. Embora, se você é virgem do festival, ele pode ser um pouco intimidante. Marinheiros de primeira viagem podem passar a maior parte do seu tempo livre no quarto do hotel até que eles decidam testar as águas e se aproximar destas novas e estranhas criaturas conhecidas como Dançarinas do Tribal Fusion. Eu, pessoalmente, participei em ambas extremidades do espectro. Uma dica para aqueles novos na nossa tribo: não tenha medo. A cena do festival pode parecer um pouco esmagadora na primeira vez, mas confie em mim ... Após o seu primeiro dia de aulas, você vai fazer algumas conexões instantâneas que durarão uma vida.

Há tanta coisa acontecendo durante um festival de dança que o que se passa nos bastidores muitas vezes passa despercebida. Enquanto a maioria de nós estão celebrando, aproximar-se com amigos antigos e passar por nossa engrenagem tribal recentemente adquirida, não estamos cientes da magnitude do trabalho diligente e planejamento que dá simplesmente organizar um evento em uma escala tão grande. Muitos participantes no dia da chegada tem a impressão de que o trabalho "real" dos organizadores do festival e voluntários é apenas em curso.

A verdade é, no entanto, que uma grande parte do trabalho duro e preparação para um festival começa quase um ano antes do tempo, lidando com uma interminável lista de "afazeres" que poderia dar errado a qualquer momento. A partir de contratos de negócios, políticas de local, detalhes do vôos e pedidos de visto para os instrutores que estão chegando de várias cidades do mundo a lidar com falhas do sistema para as vendas on-line e estresse financeiro; há um número infinito de coisas que poderiam explodir a qualquer momento por qualquer razão. O conceito de um festival de dança de ser uma tarefa difícil de gerir pode parecer um "acéfalo", mas até você viver... para descrever o nível de estresse que irá passar é quase impossível.

Você vê, produzir um festival de dança tem semelhanças com o parto de alguma forma. Nós todos "sabemos" que é incrivelmente doloroso, mas até que você esteja empurrando um pequeno humano fora de suas partes femininas, você não sabe REALMENTE  a gravidade real da dor. Agora, imagine se são adicionados complicações, por exemplo ... você se encontra em um país diferente. Eu confio em você ver aonde isso vai dar.

Por favor, não me entenda mal. Eu não estou de nenhuma maneira tentando minimizar o árduo processo de parto. Aquelas mulheres merecem uma medalha e um desfile para toda a tortura física que sofrem para trazer uma vida neste mundo. Estou simplesmente destacando uma semelhança no conceito dos dois processos.

Vamos dar uma olhada na primeira etapa, tá? Concepção! Que, como todos sabemos, é a parte que é a mais divertido. Em seguida, começamos a pensar sobre nomes, o que nós pensamos que vai parecer, o que nós queremos ser capazes de fornecer e possibilidades para o futuro. Depois, nós chamamos nossos amigos e família para dizer-lhes a notícia emocionante e tomar nota dos conselho deles como eles continuam a nos oferecer ajuda na preparação para a chegada e doar tudo o que podem.




Em seguida, a fase de planejamento começa e as dores de cabeça e noites sem dormir vem em breve a seguir com preocupações de que você não será capaz de fazer as finanças trabalharem. E assim como você sente que pode começar a relaxar de novo, o seu plano faz um desvio fora do curso por causa de alguns problemas com o local. Se você é uma futura mamãe esta poderia ser uma série de coisas. Por exemplo, você descobrir que houve uma mudança recente na sua apólice de seguro e do hospital e o médico de que você estava planejando não são mais cobertos em sua apólice.

Em relação à organização de eventos, deixe-me compartilhar com vocês a minha própria luta pessoal. Naquela época, eu tinha organizado alguns eventos no passado, mas nada nesta escala e até aquele momento, nada no Brasil. Logo descobri que aqui no Brasil o mais cedo que você pode reservar um local não pode ser mais de 6 meses antes a data do evento. A única exceção é se você é o proprietário do edifício, ou um amigo íntimo ou membro da família do proprietário.

Agora, quando você está planejando um evento de grande escala como este, normalmente você irá começar a divulgação pelo menos 10 meses antes do tempo. E não é necessário dizer que é uma boa idéia reservar o local antes de você começar a promover. Então, como você sabe, isso apresenta um problema. Um grande! Pode imaginar ter uma line-up incrível de instrutores agendados para voar, mas nenhum lugar para eles ensinarem? Caraca! Não só isso, mas você precisa começar a promover o mais rápido possível, mas você não pode escrever "a ser determinado" como o endereço do local. Então você substitui o nome da cidade no lugar da localização exata, esperando que os dançarinos marquem o evento em seus calendários enquanto você rói suas unhas pelos próximos 4 meses até que você possa confirmar o negócio com o local. E confie em mim, isto é um longo tempo para prender sua respiração.

Agora, vamos passar para a próxima fase. O grande dia está se aproximando e você está apenas 1 semana do evento. E acontece, o momento em que você acha que tem todas as suas bases cobertas, você é atingido por um problema com o pessoal. Para o organizador do evento, aqueles que você invocou de cuidar de tarefas específicas esqueceram ou simplesmente não fizeram. Para a futura mamãe, talvez o seu médico deixou a cidade de repente, por algum razão e você se preocupa que se você entra em parto prematuro, o médico não vai estar lá. O fato da matéria é, você está lidando com pessoas; e as pessoas têm uma tendência a serem instáveis.

Seu sonho repentinamente se transforma em um pesadelo e por um segundo você questiona o que seu motivo era querer fazer isso em primeiro lugar. No entanto, desapontar todas aquelas pessoas que estão contando com você não é uma opção. E o pensamento da alegria que seu trabalho duro vai trazer para os rostos de seus amigos e familiares é o que mantém o seu espírito. Então, você faz o que você precisa, para manter tudo fluindo.

O grande dia finalmente chegou! Você está animado, mas entre os nervos e cuidar dos detalhes de última hora, você mal piscou o olho.  Seu plano perfeito agendado transformado em merda durante o curso dos últimos meses, mas neste momento você não se importa como as coisas são feitas ... você só quer feito. Você está além grato pelos amigos que largaram tudo para estar ao seu lado e ajudaram em qualquer maneira que puderam. Também você é extremamente grato por esse pouco algo extra para ajudar a aliviar a dor. Para a futura mamãe, o anestesista tem uma epidural de reserva pra você. Para o organizador do evento, esse provavelmente seria um boa taça de vinho ou talvez um pouco da variedade de ervas.

É um pouco caótico como o pessoal está correndo por aí, assegurando tudo e todos estão onde deveriam estar. Em seguida, ele começa ... o evento principal. Depois de cerca de 72 horas gritando, chorando e algumas risadas, finalmente acabou! Você fez isso! E a alegria que se segue em todo mundo 'rostos que o cercam, além de seu próprio sentimento de alegria e alívio, rapidamente sobrepõe o tormento que já foi.  Foi um trabalho de parto longo e árduo, mas valeu a pena.

A coisa engraçada é que, apesar do processo ser tão angustiante no momento, como a mãe que decide ter um segundo ou mesmo um terceiro filho, depois de algum tempo você esquece exatamente o quão doloroso todo o processo foi e decide fazê-lo mais uma vez.

Episode 6: “It Takes a Village”




For many of us, a dance festival is more than just an opportunity to learn from our idols.It's a reunion of kindred spirits where we reunite with our dance sisters and brothers from around the globe whom we rarely get to see.  It is a chance to interact with thosein an environment where creative juices overflow in a collaborative mindset and future projects begin to bloom.  Basically, it’s our Christmas!

And just like a child anticipating Christmas morn, we do a little happy dance as we count down the days until the next festival.  Well, in between the“freak out” moments as we attempt to put together an unforgettablepiece for the show that is. 

It’s also the time of year wereluctantly tip-toe past the vendor area trying not to relinquish all of our hard earned pennies on the first day for those enticingcostumes, shiny jewelry and fancy newdance pants that seem to seductively whisper our names as we cruise by the displays while simultaneously narrowing down just how many Ramen Noodle packets we have left to get us through the weekend as we grasp our wallets.

The moment the dancers arrive at the hotel, aka“Belly Dancer Headquarters”, the symphony of the beating drums, zill chimes andlaughter sooncommence. Though, if you're a festival virgin, it can be a little intimidating. First-timers can find themselves a little taken aback by the crazy belly dancers with whom they soon find themselves surrounded by, and may spend most of their down time in the hotel room until they decide to test the waters and approach these new and strange creatures known as Tribal Fusion Belly Dancers. I, myself, have been on both ends of the spectrum.  A note to those new to our tribe; fear not.  The festival scene may seem a little overwhelming at first, but trust me… After your first day of classes, you’ll make a few instant connections that will last a lifetime.

There is so much happening during a dance festival that what goes on behind the scenes often goes unnoticed.While most of us are celebrating, catching up with old friends and going through our newly acquired tribal gear, we are unaware of the magnitude of diligent work and planning that goes into simply organizing an event on such a large scale.  Many attendees upon the day of arrivalhave the impression that the “real” work of the festival organizers and volunteers is just underway. 

The truth of the matter is, however, that most of the pain staking work of getting a festival off the ground begins almost a year ahead of time, dealing with an endless list of “to-do’s” that could go awry at any moment.  From business contracts, venue policies, flight details and visa applications for instructors coming in from various cities all over the world todealing with system failures for the online ticket sales and financial stress, there are an endless number of things that could go wrong at any moment for any reason.  The concept of putting on a dance festival being a difficult task may seem like a "no brainer", but until you LIVE it... to describe the level of stress one goes through is near impossible.

You see, producing a dance festival can be much like childbirth in a way. We all "know" it's insanely painful, but until you're pushing a small human being out of your lady parts, you don't REALLY know the actual severity of the pain. Now, imagine if there are added complications, like say... you find yourself in a different country. I trust you see where this is going.

Now, I am in no way attempting to undermine the arduous process of childbirth.  Those women deserve a medal and a parade for all of the physical torture they have to endure in order to bring a life into this world. I’m simply pointing out a similarity in the concept of the two processes.

Let’s take a look at the first stage, shall we? Conception!  Which, as we all know, is the part that is the most fun.  Then we start thinking about names, what we think it’s going to look like, what we want to be able to provide and possibilities for the future.  Then we start to call our friends and family to tell them the exciting news and take note of their advice as they offer us help in preparation for the arrival and donate whatever they can. 




Next, the planning stage begins and the headaches and sleepless nights soon follow with worries that you won’t be able to make ends meet.And just as you feel you can start to relax again, your plan takes a detour off course due to some problems with the venue.   If you’re a mother-to-be this could be a number of things.  For instance, you find out that there was a recent change in your insurance policy and the hospital and doc you were planning to use are no longer covered on your policy. 

In regards to event organizing, let me share with you my own personal struggle with some venue drama.  Now, I had organized a few events in the past, but nothing on this scale and until that moment, nothing in Brazil.  I was soon to discover that in here in Brazil the soonest you can book a venue is only 6 months ahead of time.  Unless that is, you are either the owner of the building or a close friend or family member of the owner.  

Now, when you’re planning a large-scale event like this, you would normally start promotion at least 10 months ahead of time.  And it goes without saying that before promoting an event, it’s a good idea to book the venue first.  This,my friends, presents a problem.  A big one!  Can you imagine having an amazing line-up of instructors scheduled to fly in, but nowhere for them to teach?Yikes! Not only that, but you need to start promoting ASAP, only you can’t write “TBD” as the venue location.  So you substitute the name of the city in place of the exact location, hoping the dancers will mark the event on their calendars as you bite your nails for the next 4 months until you can close the deal. Believe me, that is a LONG time to hold your breath.

Now, we move on to the next stage. The big day is getting closer and you’re only 1-week away from the event.  And just when you think you have all your bases covered, you get side swiped by a problem with the staff. For the event organizer, those you had counted on to take care of certain tasks simply forgot or just flaked on you.  For the mom-to-be, maybe your doctor suddenly left town for some reason and you worry that if you go into labor early, the doc won’t be there.  The fact of the matter is, you are dealing with people; and people have a tendency to be unreliable.

Your dream is suddenly turning into a nightmare and for a second you wonder what made you want to do this in the first place.  But,letting all those people down who are counting on you is just not an option.  And the thought of the joy that your hard work will bring to the faces of those near and dear to you is what keeps you going. So you do whatever you have to in order to keep everything moving along.

The big day finally arrives! You’re excited, but between the nerves and taking care of last minute details, you’ve barely slept a wink.  Your perfect plan and schedule have been shot to shit during the course of the last few months, but at this point you don’t care how it gets done… you just want it done.  You’re beyond grateful for the loved ones who have dropped everything to be by your side and help out in any way that they can.  You’re also extremely grateful for that little something extra to help alleviate the pain.  For the mom-to-be the anesthesiologist has a nice epidural in store for you.  As for the event organizer, that would probably be either a nice glass of wine or maybe a little something of the herbal variety.

It’s a little chaotic as staff is running around, making sure everything and everyone are where they should be.  Then it begins… the main event.  After about 72 hours of screaming, moaning, crying and some laughter, it’s finally over!  You did it! And the joy that ensues on all of those faces around you, in addition to your own, quickly supersedes the torment that once was.  It was a long and arduous labor, but it was worth it. 

The funny thing is, that even though the process was so agonizing at the time, just like the mother who decides to have a second or even a third child, after a while you’ve forgotten just how painful the whole process was and decide to do it all over again.

[Passo a Passo] Vídeos de Esclarecimento do FCBD®

por Natália Espinosa



Estudantes e professores de ATS®, vocês vão concordar comigo quando eu digo que não é raro encontrar pequenas discrepâncias entre os ensinamentos de Sister e Brother Studios a respeito da execução dos passos, especialmente dos detalhes – e se todos foram formados pela Mama C, por que isso acontece?

Embora tenha um formato bem definido (e até registrado), o ATS® ainda é uma forma de dança em evolução e construção.O estilo ainda é uma criança! Dessa forma, é nosso dever enquanto educadores e disseminadores desta arte buscarmos sempre o que há de mais atualizado, não nos agarrando ao que aprendemos, sabendo que só temos a ganhar sendo desapegados da noção de que já sabemos tudo. Não sabemos, não!

"-Ai, Natália, mas aí complica! Eu não tenho dinheiro pra fazer curso lá fora ou mesmo aqui todo ano! Como eu faço para acompanhar essas mudanças e resolver discrepâncias?"
Calma, pois eu lhes apresento os VÍDEOS DE ESCLARECIMENTO DO FCBD®!!!!

Isso mesmo! No seu computador, no youtube, sem nenhuma taxa adicional. É só estudar!

Vou falar de um por um, para ficar mais fácil ainda. Vamos lá?

1- Esclarecimento das finalizações do Propeller turn, Reverse turn e Medusa.
O primeiro vídeo que apareceu foi esse da Wendy demonstrando os passos:


Porém, muita gente não conseguiu entender bem a diferença entre a finalização do Propeller e do Reverse.

Então apareceu essa lindeza aqui (com a minha música lenta favorita, a propósito):


Daí, observamos que:

  • No propeller turn, o braço direito junta com o esquerdo na posição média ao subir, abrindo como quem puxa um arco pela frente até a postura alta;
  • No reverse turn, o braço direito sobe desenhando uma linha reta pela frente até a postura alta;
  • No medusa (ATS®), a finalização é bem parecida com a do propeller, só que um pouco mais aberta, mais ampla.

2- Isolamentos com Kae


Bem, esse não é exatamente um esclarecimento, mas eu gostei de ver alguns isolamentos lentos, não muito comuns: ribcage rotation com braços subindo e altos; headslides com caminhada;  arm undulations sem o taxeem; e finalização do reverse turn com caminhada.

3- Esclarecimento sobre o Single Bump Half Turn



Bem, basicamente: no half turn, o pé direito viaja pra dentro e pra fora, e não para frente e para trás como quando o movimento é feito parado e, aparentemente, no giro contínuo.
O giro acontece no pé direito, que é onde fica o peso.

4- Esclarecimento sobre o Barrel Turn


Neste vídeo, a Carolena fala da importância do trajeto dos braços e do que a sua cabeça faz durante o giro, pra onde você olha. Ela também fala da importância de fazer formas bem visíveis, como o círculo do início e a linha reta ao liberar o braço esquerdo, quando você estiver de costas.

Ela diz para treinarmos tocando os dedos na postura alta ao começar o giro para garantir essa forma circular. Vemos algumas dançarinas tocando os dedos também quando viram de costas.

Por enquanto é isso que está disponível, mas mais vídeos serão feitos com as dúvidas mais comuns. É só ficar ligado! E outra coisa. não é vergonha, deslealdade com seu professor ou demérito nenhum aprender com outros professores e colegas, ainda mais se eles tiveram acesso a informação mais atualizada por meio de cursos, viagens, etc. Precisamos nos fortalecer como comunidade e caminhar juntos, certo? Só não esqueçam do nosso telhado, do nosso escudo protetor: o respeito!

E vamos estudar!

Beijão e até o próximo mês!

[Resenhando-USA] FCBD®Studio

por Maria Badulaques



Parece que foi ontem, mas já faz praticamente 2 meses que pisei no Studio FCBD®. Não é nada demais e é tudo, dá pra entender? Posso dizer que aproveitei cada segundinho ali.



Localizado no bairro Mission (gente, como tinha desabrigado nas ruas...fiquei impressionada), o Studio consiste num prédio simpático com a famosa portinha colorida, onde algumas de nós já imortalizaram sua passagem. Ao entrar, damos de cara com a escada que dá acesso ao primeiro andar (onde as coisas acontecem) e aquele logo lindooooo da mão tocando snuj. Sobe um lance, sobe o outro e (zaz) mural de flyers do FCBD®, Nakaralli, Bessie e posters vintage de Carolena. Vira a esquerda e aquele corredor mágico que anuncia: " Olhe adiante...é ali que as coisas acontecem.".



Vejo Carolena, na saleta (da bagunça), ali tranquila, relaxada, afinal tá em casa. Faço o possível para parecer normal (repito: cara de normal, cara de nooooormal....aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah, não dá!!!). Já começo a tirar foto de tudo, bater no vidro, acenar, me convencendo que era real. Putz, me disseram que eu sou deslumbrada (lógicooooo que sou, quem não se deslumbra realizando um sonho?!). Tirei foto com todos que eu queria, olho sempre e meu dia já fica colorido.



Ok, voltando! Antes de entrar na sala de aula você se depara com a LOJINHAAA: assuit pra cá, saias da Bessie pra lá, lenços flamencos, snujs, turbantes, o Nakaralli (eitaaaaaaaaaaaaa, sabe o bracelete "marca registrada" da Mama? 750us!!!! "Só".); é de pirar o cabeção:  cholis divinos, o choli dress (amei, babei, surtei nessa peça)...Enfim, você deseja abrir uma mala e jogar tudo dentro.




Sobrevivi a lojinha (minha carteira, dólares-mais-magra) piso na sala de aula, precedida de uma pequena saleta lateral onde Mama se "esconde" das alunas deslumbradas(kkkk). Que sala incrível! Um templo com um BUDA gigante te encar; nas paredes saias e mais saias vintage, com colares, cholis banjara. Eiiiiiiiiiiiiiiiiiitaaaa vontade de "pelar"o recinto. Quem bota saias, cholis e kuchi acessórios como decoração de parece? Pois é, quem tem muiiiiiiito!!!!!!!Lembra dos desabrigados que mencionei no início? Senti uma pobrezaaaaaaa lascada. 


É isso aí, o Studio é um cantinho aconchegante, especial e com uma decoração peculiar (meus sais). Recomendo a visita, aliás, super indico visitar Carolena em sua casa, o efeito sobre ela é iluminador, até conta piada....Gente, ela é engraçada (eu quase ri, mas o medo é tanto....que sei lá...) Talvez seja respeito, por isso penso  muiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiito antes de me aproximar dela, falar, abraçar. Mas como você já deve ter lido em minhas Resenhas aqui e no Pilares, fui surpreendida com um abraço e aquilo me aliviou as tensões.




ANO QUE VEM TOU DE VOLTA....ENTÃO TEREMOS MAIS ASSUNTO SOBRE A TERRA DO FCBD®.

Agora, só falta falar dos SHOOOOOOOOOOOOOWS.
Fique ligado(a).
Xeros tribais.




Mais fotos:







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